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DOSSIÊ FANTALOGIA: as limitações de Todorov e a urgência de novas metodologias para o Fantástico

O modelo de Tzvetan Todorov, formulado em Introdução à literatura fantástica (1970), continua sendo um dos modelos mais consolidados de análise do Fantástico e...

A Rainha do Ignoto: a trajetória de Emília Freitas e o duplo apagamento na literatura fantástica brasileira

Este artigo inaugura uma série especial dedicada a A Rainha do Ignoto (1899), romance pioneiro de Emília Freitas, cuja presença tímida na historiografia literária...

DOSSIÊ FANTALOGIA: audiolivros desafiam anos de preconceito e redefinem o ato de ler no século XXI

Ouvir um livro é trapaça? Para muita gente, a resposta ainda é “sim”. O audiolivro aparece como uma espécie de sombra do objeto “real”:...

Os Dornier de Lovecraft: conheça a aviação real por trás do conto “Nas Montanhas da Loucura”

Ao iniciar a leitura de Nas Montanhas da Loucura, de H. P. Lovecraft, um detalhe chamou minha atenção de imediato: os aviões Dornier. O...

Escrever é como caçar leões: a linguagem como território de poder em “A Confissão da Leoa”, de Mia Couto

O provérbio africano que abre o livro A Confissão da Leoa, de Mia Couto, não é apenas epígrafe, mas também chave de leitura de...

CONLANGS: como as línguas inventadas fazem os mundos fantásticos parecerem ainda mais reais

Línguas construídas, popularmente conhecidas como Conlangs (Constructed Languages) são sistemas linguísticos deliberadamente criados por um autor, grupo ou comunidade. Diferem dos idiomas naturais por...