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O tentáculo como signo do Horror Weird: crise da nomeação e a indeterminação no imaginário fantástico

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O tentáculo não é apenas um motivo recorrente do horror moderno: ele é um problema epistemológico, ontológico e estético. Sua persistência no imaginário do Weird não se explica por uma tradição autoral isolada, tampouco...

DOSSIÊ FANTALOGIA: as limitações de Todorov e a urgência de novas metodologias para o Fantástico

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O modelo de Tzvetan Todorov, formulado em Introdução à literatura fantástica (1970), continua sendo um dos modelos mais consolidados de análise do Fantástico e o principal ponto de partida para definir este gênero. Segundo ele,...

A Rainha do Ignoto: a trajetória de Emília Freitas e o duplo apagamento na literatura fantástica brasileira

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Este artigo inaugura uma série especial dedicada a A Rainha do Ignoto (1899), romance pioneiro de Emília Freitas, cuja presença tímida na historiografia literária brasileira contrasta radicalmente com sua importância fundacional. Com esta primeira parte,...

DOSSIÊ FANTALOGIA: audiolivros desafiam anos de preconceito e redefinem o ato de ler no século XXI

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Ouvir um livro é trapaça? Para muita gente, a resposta ainda é “sim”. O audiolivro aparece como uma espécie de sombra do objeto “real”: o livro impresso, com páginas numeradas, peso nas mãos, cheiro...

Os Dornier de Lovecraft: conheça a aviação real por trás do conto “Nas Montanhas da Loucura”

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Ao iniciar a leitura de Nas Montanhas da Loucura, de H. P. Lovecraft, um detalhe chamou minha atenção de imediato: os aviões Dornier. O conto foi escrito em 1931, quando a aviação já se...

Escrever é como caçar leões: a linguagem como território de poder em “A Confissão da Leoa”, de Mia Couto

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O provérbio africano que abre o livro A Confissão da Leoa, de Mia Couto, não é apenas epígrafe, mas também chave de leitura de todo o romance e o ponto de partida deste artigo....

CONLANGS: como as línguas inventadas fazem os mundos fantásticos parecerem ainda mais reais

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Línguas construídas, popularmente conhecidas como Conlangs (Constructed Languages) são sistemas linguísticos deliberadamente criados por um autor, grupo ou comunidade. Diferem dos idiomas naturais por não surgirem de maneira espontânea em processos históricos de longo...

A Viagem de Chihiro: fantasia expõe capitalismo, trabalho e cuidado em tempos de consumo desenfreado

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Desde Kwaidan (1964), de Masaki Kobayashi, e Ugetsu Monogatari (1953), de Kenji Mizoguchi, o cinema japonês articula tradição e modernidade por um caminho singular: convoca mitos, contos de assombração e imaginários xintoístas não para...

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O Fantalogia é um portal acadêmico dedicado à pesquisa, crítica e reflexão sobre o Fantástico em suas múltiplas expressões, como literatura, cinema, quadrinhos, games, filosofia e cultura. Nosso propósito é reunir vozes de diferentes áreas do conhecimento que investigam o insólito como linguagem simbólica, estética e política. Se você é pesquisador, escritor, professor ou estudante e deseja publicar conosco, este espaço é o ponto de partida.

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